Links | Outros artigos |
30/03/2008 a 05/04/2008 23/03/2008 a 29/03/2008 16/03/2008 a 22/03/2008 09/03/2008 a 15/03/2008 02/03/2008 a 08/03/2008 24/02/2008 a 01/03/2008 17/02/2008 a 23/02/2008 10/02/2008 a 16/02/2008 03/02/2008 a 09/02/2008 27/01/2008 a 02/02/2008 20/01/2008 a 26/01/2008 13/01/2008 a 19/01/2008 06/01/2008 a 12/01/2008 30/12/2007 a 05/01/2008 23/12/2007 a 29/12/2007 16/12/2007 a 22/12/2007 09/12/2007 a 15/12/2007 02/12/2007 a 08/12/2007 25/11/2007 a 01/12/2007 18/11/2007 a 24/11/2007 11/11/2007 a 17/11/2007 04/11/2007 a 10/11/2007 28/10/2007 a 03/11/2007 21/10/2007 a 27/10/2007 14/10/2007 a 20/10/2007 07/10/2007 a 13/10/2007 30/09/2007 a 06/10/2007 23/09/2007 a 29/09/2007 16/09/2007 a 22/09/2007 09/09/2007 a 15/09/2007 02/09/2007 a 08/09/2007 26/08/2007 a 01/09/2007 19/08/2007 a 25/08/2007 12/08/2007 a 18/08/2007 05/08/2007 a 11/08/2007 29/07/2007 a 04/08/2007 22/07/2007 a 28/07/2007 15/07/2007 a 21/07/2007 08/07/2007 a 14/07/2007 01/07/2007 a 07/07/2007 24/06/2007 a 30/06/2007 17/06/2007 a 23/06/2007 10/06/2007 a 16/06/2007 03/06/2007 a 09/06/2007 27/05/2007 a 02/06/2007 20/05/2007 a 26/05/2007 13/05/2007 a 19/05/2007 06/05/2007 a 12/05/2007 29/04/2007 a 05/05/2007 22/04/2007 a 28/04/2007 15/04/2007 a 21/04/2007 08/04/2007 a 14/04/2007 01/04/2007 a 07/04/2007 25/03/2007 a 31/03/2007 18/03/2007 a 24/03/2007 11/03/2007 a 17/03/2007 04/03/2007 a 10/03/2007 25/02/2007 a 03/03/2007 18/02/2007 a 24/02/2007 11/02/2007 a 17/02/2007 04/02/2007 a 10/02/2007 28/01/2007 a 03/02/2007 21/01/2007 a 27/01/2007 14/01/2007 a 20/01/2007 07/01/2007 a 13/01/2007 31/12/2006 a 06/01/2007 24/12/2006 a 30/12/2006 17/12/2006 a 23/12/2006 10/12/2006 a 16/12/2006 03/12/2006 a 09/12/2006 26/11/2006 a 02/12/2006 19/11/2006 a 25/11/2006 12/11/2006 a 18/11/2006 05/11/2006 a 11/11/2006 29/10/2006 a 04/11/2006 22/10/2006 a 28/10/2006 15/10/2006 a 21/10/2006 08/10/2006 a 14/10/2006 01/10/2006 a 07/10/2006 24/09/2006 a 30/09/2006 17/09/2006 a 23/09/2006 10/09/2006 a 16/09/2006 03/09/2006 a 09/09/2006 27/08/2006 a 02/09/2006 20/08/2006 a 26/08/2006 13/08/2006 a 19/08/2006 06/08/2006 a 12/08/2006 30/07/2006 a 05/08/2006 23/07/2006 a 29/07/2006 16/07/2006 a 22/07/2006 09/07/2006 a 15/07/2006 25/06/2006 a 01/07/2006 18/06/2006 a 24/06/2006
Indique esse Blog | Dê uma nota | Fale conosco

7/3/08

MIRATINGA

 

Nossas homenagens ao dia internacional da Mulher!

 

A Mulher na Política 

Machiavel, em “O Príncipe” demarca a prática política entre a Virtù e a Fortuna. Tal racionalidade na política é atribuída a Virtù, que se contrapõe a Fortuna por sua impetuosidade manifesta em forma de paixão, desejo indomável capaz de ofuscar a racionalidade e precipitar o Príncipe ao imperativo da natureza e das circunstâncias. Quando isso acontece, o principado está em ruína e o poder fragilizado.

Embora, a configuração da Fortuna se faça mulher pelo poder de sedução e pelo domínio exercido sobre os homens, capazes de remover montanhas para satisfazê-la. Embora, Maquiavel no séc. 16, sustente contra a mulher tamanho preconceito, negando sua racionalidade tal como fez Platão e Aristóteles, reconhece por sua vez, que sem a Fortuna/Mulher, o Príncipe além de infeliz é um arruinado politicamente e moralmente.

Nessa gangorra política, a conquista da Fortuna faz-se necessária, segundo Maquiavel, para se garantir o domínio do território e do poder de Estado. O fato é que por todo mundo cresce a participação da Mulher na política pública e privada, conquistando território e se afirmando no cenário das nações como matriz de mudança e afirmação de cidadania.

 

Alienação dos Intelectuais 

O novo rico comparado com os intelectuais almofadinhas que vivem nos vilarejos provinciais do Pindorama Brasil sofre “por demais” em querer nivelar-se com o comportamento dos “renomados” das metrópoles, bem como os intelectuais que passam a transplantar modelos para mostrar erudição nas cortes editoriais ou nos palácios provinciais. Esses descabidos das letras não aprenderam ser e, nem tampouco, despertaram para o ofício das artes como expressão da cultura do povo. Ao contrário, constroem enredos mais mirabolantes possíveis para “parecer universal”. Ora, com bem ensinava Manuel Bandeira: “A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros/ vinha da boca do povo na língua errada do povo/Língua certa do povo/Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil/ Ao posso que nós/ O que fazemos/ É macaquear/ A sintaxe lusíada”.

 O complexo do provincianismo configura-se como um processo de alienação, que reduz o fazer das letras, das artes e da política na “macaqueação” dos saberes tal qual o ofício dos conteudistas acadêmicos. Essas práticas perpassam os segmentos produtivos pensantes, que promovem a invisibilidade das culturas, instituindo uma hegemonia dominante, que estropiam os homens, embrutecendo-os cada vez mais.

 Nessa trama, o diálogo é negado em favor de uma cultura da dominação, que justifica a transplantação de modelos em nome da ciência e do desenvolvimento. O pior de tudo é que esse modelo encontra-se encastelado nas estruturas de poder neocoloniais, cimentando políticas públicas promotoras da cultura, do saber e das ciências. No entanto, faz-se necessário romper com o dito e o feito para sustentar respostas capazes de reinventar a emancipação cultural e político do povo.


- Postado por: Comissão Editorial às 11h24 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]



6/3/08

LOBBISMO, MINEIRICE E TRAPAÇAS CONTRA A BR-319


                                                                       Disponibilidade:
www.ppbio.inpa.gov.br 

* William Nazaré Guimarães Gama

 

Debater a construção de uma ferrovia ligando Manaus a Porto Velho é realmente um assunto muito palpitante. E antigo: Pedro II, Imperador Brasileiro, contratou dois engenheiros alemães (entre 1867 e 1873), para estudarem (entre outras alternativas) uma forma de ligar os Rios Amazonas e Madeira até a Bolívia através de uma via férrea. 

Vale lembrar também que o Acre, em 1902, foi trocado por dois cavalos (segundo Evo Morales, atual presidente da Bolívia) e pela promessa do governo brasileiro (Tratado de Petrópolis) de construir uma estrada de ferro que, partindo do Território do Guaporé (atual Estado de Rondônia) alcançasse o Oceano Pacífico via Bolívia, resolvendo em parte o problema de falta de acesso ao mar deste nosso vizinho mediterrâneo. 

De forma que o assunto não é novo, conforme quer alguns oportunistas de plantão. E voltou à baila na década de 1980 quando os japoneses, empolgados com sua performance econômica, aventaram a hipótese de financiar a ferrovia Amazônia/Oceano Pacífico. A idéia foi rapidamente sustada pelo então imperador da Terra, Ronald Reagan e pelo congresso nacional norte-americano por iniciativa do senador Jonh Heinz (então rei do ket-chup americano), que se tornou um grande ecologista depois de visitar um projeto do INPA do B (Minimum Critical Size of Ecosystems Project) em Manaus. [O bom Heinz morreu num acidente de avião, mas deixou a viúva, Teresa, que se casou com o também senador Jonh Kerry (candidato a presidente do império americano nas últimas eleições) e financia hoje uma das inúmeras fundações americanas encarregada de salvar a Terra da ação nefasta de seus povos (no caso da Amazônia, dos brasileiros)]. 

Quase 25 anos depois daquela ousadia amarela, a sonhada ferrovia amazonense volta a viajar pelo noticiário. Desta vez como suposta alternativa à recuperação da rodovia BR-319 (Manaus/Porto Velho).  

 Como se sabe, a BR-319 (887 km), foi construída entre 1972 e 1973 e abandonada em 1989. A estrada chegou a abrigar uma linha regular de ônibus entre as duas cidades e que só foi desmontada em memória da morte de Chico Mendes (seringueiro que se tornou herói norte-americano da ecologia depois de devidamente medalhado na ONU e adjacências pelo lobby daquele império). Nosso querido Chico morreu sem ver seu apelo atendido (ele pediu aos titios do Banco Mundial, em Washington, que sustassem o financiamento para a recuperação da dita rodovia e da BR-364 [trecho Porto Velho/Rio Branco]).  

Lá no Acre, depois desse apelo, ele se candidatou a deputado e teve pouquíssimos votos, pois a ligação do Acre com o Brasil era um sonho antigo dos acreanos e realidade há décadas.  

 Mas o velho sonho da ferrovia Manaus/Porto Velho volta agora a freqüentar o noticiário por um motivo enviesado. Depois de quase 20 anos de abandono, a rodovia BR-319 tem a chance real e histórica de ser recuperada: a obra tem grande apelo popular; recursos extra- orçamentários previstos no Programa de Aceleração do Crescimento do Governo Federal (R$ 700 milhões) mais ainda, o ministro dos transportes, Alfredo Nascimento, que foi prefeito de Manaus e depois senador da República.   

 O problema parece se reduzir agora à oposição do governo do Estado que, através de sua Secretaria de Desenvolvimento Sustentável (SDS), vem fomentando e dando guarida ao lobby nas ONGs estrangeiras contrárias a qualquer ligação do Amazonas com o Brasil (e, claro com o Pacífico) Assim, uma série de iniciativas vêm sendo fomentadas no sentido de fazer descarrilar a ferrovia em cima da rodovia, de forma a inviabilizar as duas.  

 A primeira iniciativa foi criar artificialmente uma falsa oposição entre Rodovia x Ferrovia de forma a sensibilizar e manipular a opinião pública. Nesse sentido, o então secretário da Secretaria de Desenvolvimento Sustentável, Virgílio Viana, mineiramente e de uma forma toda independente, aceitou a generosa oferta da Gordon and Beth Moore Foundation (USA) para elaborar um estudo “independente” sobre a viabilidade de uma ferrovia ligando Manaus a Humaitá.  

Para tanto, foram então contratadas aquelas mesmas ONG que a Fundação Moore e a USAID (Ministério/Agência dos EUA para ajudar o desenvolvimento dos países pobres) vêem usando para organizar o lobby contrário à construção da BR-173 (Cuiabá/Santarém), da Transnordestina; da rodovia Cuiabá/Oceano Pacífico e de tudo o mais que possa representar um desenvolvimento realmente sustentável para a Amazônia e o Brasil. E o mais interessante é que a principal dessas ONGs organiza o lobby contrário tanto de um lado (Brasil) como de outro (Bolívia, Peru).  

É realmente um trabalho muito independente. Mas vamos à próxima estação. Um esboço do tal trabalho independente foi mostrado no último dia 21/02, no INPA, sob a batina da CPT (Comissão Pastoral da Terra). Como não poderia deixar de ser, o estudo encomendado considerou viável a ferrovia (bem como qualquer outra, até mesmo uma transantártica).  E o mais interessante desse estudo independente e que chamou a atenção de todos foi o fato da ferrovia ter apenas duas estações: uma de embarque, no Careiro da Várzea e outra de desembarque, em Humaitá. Ô, trem bão, sô!!!   

Mas isso não tem importância, pois o secretário da SDS não perdeu tempo e um tanto prematuramente para um mineiro (estamos em 2008) considerou o debate ferrovia x recuperação da rodovia BR-319, o “debate mais importante do século para a Amazônia”.  Deve estar querendo valorizar os seus trens... 

No entanto, ninguém resumiu melhor o espírito do “debate” do dia 21/02 no INPA do que o norte-americano, Philip Fearnside, pesquisador do INPA e representante brasileiro nos fóruns internacionais sobre qualquer coisa de importância para o futuro da Amazônia: “esse debate [rodovia x ferrovia] é apenas para tentar retardar a recuperação da BR-319”.  

Eu é...Vou de trem pro Mississipi!!!! 

 

* Mestre em Planejamento do Desenvolvimento da Amazônia pelo Núcleo de Altos Estudos Amazônicos da UFPA; Doutor em Política Científica e Tecnológica pela Unicamp; Analista de C&T do INPA/MCT e Acreano de Rio Branco. 

AVISO: O artigo publicado com assinatura é de responsabilidade exclusiva de seu autor.


- Postado por: Comissão Editorial às 11h19 AM
[ ] [ envie esta mensagem ]



4/3/08

TRAGÉDIAS SEMPRE ANUNCIADAS

* Wilson Nogueira

Porto da cidade de Óbidos (PA), em setembro de 1981. O guindaste levanta a popa do navio Sobral Santos 2. Corpos e cilindros de gás de cozinha desprendem-se e são arrastados, abruptamente, pela correnteza. Do Navio de apoio ao resgate, o dono do barco, Calil Miguel Mourão ordena, as berros. Aos bombeiros: “peguem os meus cilindros de gás!”. 

Os bombeiros agarram os corpos e, para o desespero do armador, os depósitos de gás afastam-se depressa rio abaixo. Não houve quem não se indignasse com a frieza, insensatez e despeito às vítimas de um dos maiores acidentes fluviais da Amazônia. Nessa tragédia, ocorrida no começo da manhã de 19 de setembro de 1981, foram admitidas mais 350 vítimas, entre mortos e desaparecidos.

A atitude do Sr. Calil expôs a mesquinhez de parte dos que atuam nesse ramo. Rotineiramente, a Capitania dos Portos apreende barcos com excesso de passageiros. Essa é a prova de que para os inescrupulosas, o dinheiro está sempre acima da vida humana. A ética deles é o lucro pelo lucro.

O problema se repete porque o criminoso não é punido exemplarmente. Não se tem notícia de que alguém tenha sido julgado, condenado e cumprido pena na cadeia por responsabilidade em acidente com barcos de passageiros. A impunidade alavanca a negligência e potencializa novos acidentes. O naufrágio do barco Almirante Monteiro, ocorrido no último dia 20, Itacoatiara (AM), com 16 mortes, só engrossa a lista das tragédias anunciadas. O barco chocou-se com uma balsa.

A fiscalização da navegação é precária: faltam equipamentos e pessoal para cobrir os rios e paranás amazônicos. A sinalização dos rios só se torna prioridade na retórica de ocasião dos políticos e governantes, que com peso na consciência buscam os culpados na hora do lamento aos mortos.

Mais cruel ainda é ter que ouvir, ver e ler explicação esdrúxula sobre as prováveis causas dos naufrágios. “ora, a culpa é do pessoal embarcado, que gosta de tomar uma pinga”, tentou se explicar um dono de embarcação. Tenha a santa paciência! Bafômetro neles!

Tufic Mourão, um dos responsáveis pelo Sobral Santos 2, culpou os passageiros: “A corda (que prendia as mercadorias sobre o convés) quebrou e o pessoal sem necessidade passou para o lado do porto”.

Os acidentes com embarcações de passageiros são recorrentes por vários fatores. Um deles é o desprezo do Poder Público (União, Estado, e Municípios) pelo setor, cujos beneficiários, em sua maioria são os pobres. Os passageiros de ônibus não têm tratamento diferente. Andam em carros superlotados, enfrentam engarrafamentos e estão sujeitos a assaltos. Mas enquanto as prováveis soluções para o transporte coletivo urbano estão sempre na ordem do dia, os problemas de transporte fluvial só freqüentam a mídia em momentos trágicos, e apenas por alguns dias.

Aos passageiros das águas falta sinalização dos rios, portos decentes, fiscalização sistemática da navegação, higienização dos barcos e punição rigorosa aos armadores avarentos que superlotam suas embarcações de gente e mercadorias. Aliás, melhor seria que barcos de transporte de passageiros fossem exclusivos.

Melhor tratamento tem a turma que viaja de avião. Os mais aquinhoados gritam, esperneiam, ameaçam derrubar até o Presidente da República.

Senhores passageiros de ônibus, senhores passageiros de barcos, aprendam com eles!!! 

 

* jornalista, cientista social formado pela UFAM e articulista do jornal Em Tempo, é amazonense de Barreirinha. contato: ncpamz@gmail.com

AVISO: O artigo publicado com assinatura é de responsabilidade exclusiva de seu autor.

 


- Postado por: Comissão Editorial às 04h49 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]



2/3/08

MIRANTE DO COTIDIANO

 

Conheça o canto étnico. O MAWACA é um grupo que pesquisa e recria a música das mais diversificadas etnias do globo buscando conexões com a música brasileira. Formado por sete cantoras que interpretam canções em mais de dez línguas (línguas indígenas brasileiras, espanhol, búlgaro, finlandês, japonês, húngaro, swahili, grego, árabe, hebraico, ioruba e português), o Mawaca revela no seu nome a essência do seu trabalho. Segundo a etnia Hausa do norte da Nigéria os 'mawaka' são cantores que recorrem ao poder da palavra cantada para atrair o poder dos espíritos.

Além das sete cantoras o Mawaca é formado por um grupo instrumental acústico que apresenta uma multiplicidade de timbres; acordeom, violoncelo, flauta, e sax soprano, baixo, além dos instrumentos de percussão como as tablas indianas, derbak árabe, djembés africanos, berimbau, vibrafone, pandeirões do Maranhão e marimba. 

O grupo tem cinco CDs lançados: Mawaca CD-Plus (97); astrolábio tucupira.com.br (2000); Os Lusíadas (2002); Mawaca-Remix (edição limitada Rock in Rio 2001) e Mawaca Pra Todo Canto (2004) e um DVD Pra todo canto (2006). As transcrições e arranjos desses temas ancestrais são realizados por Magda Pucci que, além de desenvolver a pesquisa de repertório, é também responsável pela direção musical do grupo.  

O Mawaca foi uma das atrações da Tenda Raízes no Rock In Rio 2000; participou de festivais na Espanha em turnê em 2002 como o Etnosur quando se apresentou para mais de 4.000 pessoas; e representou o Brasil no Womex 2003, também na Espanha; tocou no Festival de Música Mundial do SESC Vila Mariana; apresentou o espetáculo Ventos e Velas junto à Orquestra Sinfônica da RTC - Rádio e Televisão Cultura - no projeto Os Lusíadas; estreou o espetáculo Argo Navis  no Teatro Municipal de São Paulo ao lado da cantora portuguesa Né Ladeiras; participou do evento Amazônia.br interpretando repertório indígena junto às cantoras Marlui Miranda e Tetê Espíndola e recentemente estreou, em São Paulo, o espetáculo Shorashim na Casa de Cultura de Israel com a cantora Nicole Borger, interpretando repertório hebraico.

Apresentou-se junto com o musico Sivan Perwer (Kurdistão) e os índios Waujá (Xingu) dentro do Fórum Mundial Cultural 2004. Em 2005, participou da Mostra SESC Mediterrâneo com o espetáculo Açafrão, que gosto tem? E lançou a “Caixa Mawaca 10 anos”. Em 2006, participou da Copa Cultura quando se apresentou no Festival Popkomm em Berlim e lançou o DVD Mawaca pra todo canto.


- Postado por: Comissão Editorial às 12h46 PM
[ ] [ envie esta mensagem ]



ENQUETE
Você costuma acessar esta página de onde?
De casa;
Do Trabalho;
Do Cibercafé;
Da escola, universidade ou faculdade;
Outros;
Votar
resultado parcial...


MIRATIRA

APOIO






HUMOR

Clube da Mafalda


Snoopy


Tiras do Zero


Depósito do Calvin





Busca na web
Aonde.com - outros serviços: Aondebr.com e Sitetracer.com



UOL










Technorati Profile


Núcleo de Cultura Política do Amazonas - Copyright 2007